segunda-feira, janeiro 07, 2008

Pequenas impressões (mentira, são grandes) de uma curta viagem de reveillon até Buenos Aires – parte - 1







A viagem foi toda de última hora, sabe? Uma amiga (a Ana Davids) me falou o esquema que faria na viagem e me empolguei. Conversei com minha irmã e decidimos ir. Comprei passagem por 630 reais cada (para cada um, ida e volta já incluindo taxas). Chegamos no aeroporto internacional de Ezeiza por volta das 15h. No desembarque conhecemos a Carol, uma loira bonitona e divertida. Fomos trocar dinheiro no Banco La Nacion (ele é 24 horas e tem uma boa cotação: R$1=1,68 peso, isso no dia 29 de dezembro). Decidimos rachar um táxi até nosso hostel. A corrida foi cara, já que o aeroporto é fora de BsAs e bem longe do centro. Pagamos salgados 80 pesos e 35 minutos depois estávamos lá, após passar por três pedágios urbanos. O Hostel San Nicholas fica na esquina da Calle Bartolomé Mitre com Rodriguez Peña, centrão da capital portenha.

Nossa diária no hostel ficou em US$ 12 ou 20 reais, já incluso café da manhã. Caso você não saiba, hostel é o nome dado para os famigerados albergues da juventude, espalhados pelo mundo todo. Hospedagem e banheiro geralmente coletivos e preços módicos (é só fazer a carteirinha pela internet). Assim que nos estabelecemos, fomos dar umas bandas e procurar um local pra comer. Pegamos o mapa e andamos até a Calle Florida, que é perto de lá. A rua é uma mistura de Barão de Itapetinga com 25 de Março, mas com um charme pra agradar turista. Não compramos nada nesse dia, apesar de termos ficados bem tentados. Depois de um lanche bem meia-boca e uma gaseosa gelada, seguimos pela Calle Florida até a bela Plaza San Martín, já chegando no Bario Norte. De lá voltamos pela av. Santa Fé. Indo direto por lá e andando pra cacete, passamos pela galeria Bondstreet, na esquina com a Rodriguez Peña, que é tipo uma Galeria do Rock, com lojas legais de roupa, tatoos e quadrinhos! Gastei uns tantos pesos por lá, mas isso foi em outro dia, conto depois. Voltamos pela Rodriguez Peña e passamos em frente a Praça do Ministério da Cultura... lá é a praça, bem, a praça... dos góticos e dos emos! Medo. Eles se reúnem sob um sol escaldante de 38 graus e ficam lá felizes (ou tristes, o que deve ter um sentido pleno de felicidade pra eles).

Depois de tudo isso voltamos ao hostel, fizemos amigos e influenciamos pessoas. Conheci uma holandesa linda que canta “paraparaparapatibum!”, um monte de gente do Brasil e um colombiano pra quem diziamos “Shakira, Shakira”. A Carol teve a carteira furtada, o que tirou a graça do resto da noite. Mas depois tudo meio que se acertou e na manhã seguinte, bom, a manhã seguinte eu conto depois.

2 comentários:

Minharro disse...

OK, bem vindo à Terra da Garôa e agora ... que tal atualizar o Blog ???

Lis disse...

Eu vi algumas fotinhas dessa no orkut. Lalalalalalalalala!!!
Menino...é tudo muito lindo, né?
Vai voltar? :)